Criança de 1 ano picada por escorpião no DF recebe alta e volta para casa

Confirmação da alta foi passada pela avó da menina, Gleiciane Santos, que contou que, ainda nessa sexta (29), a neta já havia saído da UTI

A criança de apenas 1 ano e seis meses, que estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), após ter sido picada por um escorpiãorecebeu alta hospitalar neste sábado (30/5).

A avó da menina, Gleiciane Santos, confirmou a alta ao Metrópoles. A criança chegou a ficar a ficar intubada devido à gravidade do veneno do animal, que atingiu o coração.

“Hoje ela teve alta! E já está a caminho de casa”, destacou a avó.

A criança deixou a UTI na sexta-feira (29/5) e voltou para casa neste sábado.

Só este ano, o Distrito Federal já registrou 1.856 ataques de escorpião, sendo que 232 deles foram em crianças.

Cinco dias na UTI

A criança foi internada no Hmib, no dia 24 de maio. O animal peçonhento picou a menina dentro de casa, em São Sebastião (DF).

Segundo a avó, família só percebeu o que havia acontecido após a bebê acordar chorando.

“Elas estavam dormindo, aí a neném acordou chorando, meu genro a pegou no colo e tentamos entender o que era. Minha filha puxou a coberta e viu o escorpião, aí entendemos que minha neta tinha sido picada.”

O aracnídeo também acabou atacando a mãe da menina, Lorrane Santos.

As duas foram levadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Sebastião para serem socorridas. A bebê, no entanto, precisou ser transferida de helicóptero pela gravidade do estado.

Ao chegar no Hmib, ela foi internada na UTI. Segundo a avó, a menina precisou ser intubado devido a um exame que “mostrou que o veneno começou a manchar o coraçãozinho dela”.

Na segunda-feira (25/5), outro exame foi feito e constatou que a mancha havia sumido. Na quarta-feira (27/5), a criança saiu da intubação, mas seguiu sedada, reagindo bem ao tratamento. “Os médicos falaram que ela é um milagre. Se tivéssemos chegado uma hora depois, ela poderia não ter resistido ao veneno.”

Fonte Metrópoles
Foto: © Divulgação/Ministério da Saúde